Ano Novo, momento da gente agradecer as coisas boas que nos aconteceram e desenharmos planos para mais um ciclo de vida.
A todos vocês, desejo que 2009 seja inesquecível, com muito amor, muita saúde e muita paz! Muita coragem e muita força para os idealizadores do Today's Flowers para novos projetos e novas realizações.
domingo, 4 de janeiro de 2009
Feliz Ano Novo / Happy New Year / Bonne Année
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Minha casa no Natal / My home at Christmas / Chez moi au Noël
Minha casa, no Natal, tem de ter luzes, porque é assim que minha mãe gosta.
Este ano, o brilho tem um significado maior, uma vez que a família ganhou um novo membro: meu sobrinho Caio.
Que Deus abençoe todos os lares, em todos os cantos do mundo, com muita paz, saúde e amor!
My house, at Christmas, must have lights, because that is how my mom likes.
This year, the brightness has a greater significance because the family won a new member: my nephew Caio.
God bless all the homes in all corners of the world, with peace, health and love!
Ma maison, à Noël, doît disposer de lumières, parce que c'est la façon dont ma mère aime.
Cette année, la luminosité a une plus grande importance parce que la famille a gagné un nouveau membre: mon neveu Caio.
Je souhaite que Dieu bénisse toutes les maisons dans tous les coins du monde, avec paix, santé et l'amour!
domingo, 14 de dezembro de 2008

Minha mãe é quem decora a casa toda e ela adora! Árvores pequenas, bonecos de neve, toalhas desenhadas, guirlandas, velas, Papais Noéis que dançam, tocam, cantam, dão cambalhotas, luzinhas contornando a casa, pelo lado de fora; enfim, tudo o que se imagina em decoração natalina, minha mãe compra e coloca aqui.
Este ano, temos um motivo a mais para tudo isso: a chegada do meu sobrinho Caio, de 8 meses de idade, completados, hoje.
Entretanto, a decoração toda não está completa se minha mãe não colocar seu vaso com sua flor de Natal: o bico-de-papagaio.
Como sempre, minha cunhada é quem a presenteia com um arranjo ou vaso com bico-de-papagaio e, aí, sim, o clima de final de ano está completo para minha mãe e para quem é da família.
Dessa forma, quero dividir este espírito de Natal com todos vocês, decorando meu blog com fotos retiradas da internet da planta que dá a famosa flor vermelha, que é o bico-de-papagaio ou estrela-de-natal.
Desejo a todos vocês um Natal de muito amor, muita saúde e muita paz!
Só se vê a cabeça da jardineira Petra Drapatz ( na foto acima), que aparece no mar de 100 mil poinsétias (também conhecidas como bico-de-papagaio ou estrela-do-natal), a flor que não pode faltar na decoração natalina européia.
Bico-de-papagaio ou Euphorbia pulcherrima: apresenta folhas muito atraentes, com uma cor vermelho sangue, mas, quando ingerida causa, dermatite de contato, vômito e salivação excessiva.
domingo, 30 de novembro de 2008
Brinco-de-princesa / Ear-to-princess
O nome científico dela é Jasminum e faz parta da família das onagráceas.
O brinco-de-princesa é um tipo de planta que apresenta uma quantidade enorme de variedades. Sendo assim, encontramos exemplares pouco rústicos e muito rústicos, que exigem poucos cuidados e exemplares delicados, que precisam de maiores cuidados.
Ela pode se apresentar como árvores, arbustos escandentes, herbáceas de porte médio, perenes ou trepadeiras.
Em geral, são plantadas em jardins. Gostam dos climas ameno ou quente e úmido, não tolerando geadas em ambos os casos. São pouco exigentes com o solo, com exceção de algumas variedades que preferem solo arenoso e rico em matéria orgânica. Precisam ser regadas uma vez por semana, na primavera e verão, e duas ou três vezes por semana, no inverno.
Para a adubação, uma vez por ano, usa-se farinha de osso, farinha de peixe ou torta de algodão, além de fosforita, superfosfato e termofosfato ou NPK rico em P.
A mosca branca, o pulgão e a aranhinha vermelha são pragas comuns de algumas variedades. Essas plantas também estão sujeitas a doenças de origem fúngica.
Os brincos-de-princesa são plantas que podem ser cultivadas em grandes vasos para decorar áreas externas, como em minha casa. Para que elas subam em estruturas, sendo cultivadas como trepadeiras, precisam ser devidamente acompanhadas e tutoradas.
The whitefly, aphids and the red spice are common pests of some varieties. These plants also are subject to fungal diseases of origin.
domingo, 23 de novembro de 2008
Depois da grande repercussão da minha postagem anterior, com uma florzinha sobrevivendo em meio ao concreto, voltei com uma foto que recebi, hoje, de um amigo que mora na Líbia, mas que esteve em São José dos Campos, há alguns dias, quando fez este registro fotográfico a meu pedido. Assim, agradeço, publicamente a ele e à Cristina Brum, sua prima, que fez a gentileza de enviá-la para mim.
Bom, vamos à popular maria-sem-vergonha.
Existem várias plantas que são conhecidas, popularmente, por maria-sem-vergonha; a Impatiens walleriana e Impatiens balsamina (essa, também conhecida como beijo-de-frade). Ambas são pertencentes à família das balsamináceas.
São plantas de pequeno porte, ideais para bordaduras ou maciços.
A balsamina é originária da Ásia e é considerada uma planta anual. Suas folhas são pilosas e as flores podem ser simples ou dobradas, nas cores rosa, vermelho, púrpura ou roxo.
A Impatiens walleriana é originária do Zanzibar (África), é perene e produz flores em vários tons de rosa, vermelho, laranja e também brancas. Atualmente, com os processos de hibridação, existem exemplares com folhas variegatas, combinando o verde com tons de amarelo ou branco.
Segundo informações de um site que pesquisei da internet, há uma curiosidade sobre a Impatiens walleriana: dizem que ela foi a flor escolhida por D. Pedro I para enfeitar o caminho que o levava à Marquesa de Santos. Interessante pensar que essas flores foram, cuidadosamente, plantadas para fazer a trilha que percorre São Paulo a Santos e que, pelo clima, pode mesmo ser verdade, já que lá e nas outras encostas do litoral, a gente vê muitas, muitas marias-sem-vergonha nas matas remanescentes e nos acostamentos.
Embora sejam plantas rústicas, as marias-sem-vergonha precisam de solo fértil para o bom desenvolvimento, se possível com boa dose de matéria orgânica. Em regiões de clima frio, devem ser plantadas em locais onde receba sol pleno. Já em regiões mais quentes, o cultivo ideal é à meia-sombra, para que possam se beneficiar de maior umidade - condição fundamental para que possam florescer, abundantemente.
As duas espécies se propagam bem por meio de estacas de caule: para o plantio, é só retirar uma haste da planta adulta e plantar, de preferência, durante a primavera.
Para o plantio por meio de sementes, recomenda-se o período que vai de março a setembro.
Devem ser plantadas em sulcos, com mais ou menos 3 cm de profundidade e 10 cm de espaçamento.
Quanto aos cuidados durante o verão, é como vocês leram acima: protegendo-as do sol muito forte.
Espero que todos vocês tenham uma semana cheia de conquistas e de muitas cores como as marias-sem-vergonha!
Foto de Mario Eduardo Cabezas
After the heavy impact of my previous post, with a little plant surviving in the midst of concrete, I came back with a picture that I have received, today, because a friend who lives in Libya, but that was at Sao Jose dos Campos, a few days ago, when he made this photographic record at my request, have sent to me. So, thank you, publicly, to him and Cristina Brum, his cousin, who was kind enough to send it to me.
Well, let's go to the popular maria-without-shame.
There are several plants that are known, popularly, by maria-without-shame, the Wallerian impatiens and Balsamina impatiens (this, also known as kiss-of-monk).
They are small-sized plants, ideal for borders or massive. The heliotrope is originated in Asia and is considered an annual plant. Its leaves are hair and the flowers may be single or double entry in the color pink, red and purple.
The Impatiens wallerian comes from the Zanzibar (Africa), is perennial and produces flowers in various shades of pink, red, orange and white. Currently, the procedures for hybridization are made copies with leaves variegata, combining the green with shades of yellow or white. According to informations from websites, there is a curiosity about the Impatiens wallerian: they say that she was the flower chosen by D. Pedro I to decorate the path that led to the Marquesa de Santos. Interesting to think that these flowers were, carefully, planted to be the track that link Sao Paulo to Santos. According the climate, it may even be true, because there and in other slopes of the coast, we can see many marias-without-shame, on remaining forests and coasting .
Though plants rustic, the marias-without-shame need fertile soil for the proper development, if possible with some organic matter. In regions with cold climate, they should be planted in places where they receive full sun. In warmer regions, the culture is the ideal half-shade, so they can take advantage of higher humidity - essential condition for them to flourish, plenty.
Two species spread well through stem cuttings: for planting, it is only remove shank of a mature plant and plant, preferably, during the spring. For the plantation through seeds, it is recommended to the period from March to September.
They should be planted in furrows, with about 3 cm to 10 cm in depth and spacing.
As for care during the summer, it's like you read above: protecting them from the sun very strong.
I hope you all have a week full of achievements and many colors as the marias-without-shame!
Photo by Mario Eduardo Cabezas
domingo, 16 de novembro de 2008
A natureza / The nature / La nature
Hoje, por falta de equipamento fotográfico, vou postar uma foto que, numa dessas navegadas na internet, achei e amei, porque mostra como a ação da natureza é sempre mais forte que a do homem. Para nossa felicidade, inclusive.
Today, for lack of photographic equipment, I will post a picture that, in one of those surfing the Internet, I have thought and loved, because it shows how the action of nature is always stronger than man's. To our happiness, including.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Manacá-de-cheiro
Boa noite, amigos do TODAY'S FLOWERS!
Como não pude publicar a minha flor da semana, ontem, por ter tido um compromisso familiar importante e, logo mais, à noite, ter tido muita febre, tosse e uma dor de garganta bem chata, peço desculpas à equipe dos organizadores do blog.
Hoje, um pouco melhor de saúde, cá estou para deixar minha postagem semanal. Vamos a ela, então.
O manacá-de-cheiro é conhecido como Brunfelsia pauciflora.
De origem brasileira, essa flor também tem uma coloração mutante, como o manacá-de-serra-anão e sua principal característica é o perfume de sua floração.
No início, as flores são azul-arroxeadas e, com o passar do tempo, vão clareando até ficarem brancas.
Dessa maneira, durante a floração, o manacá-de-cheiro apresenta um colorido muito bonito e diferente.
O nosso manacá-de-cheiro é muito parecido com o jasmim-do-paraguai (Brunfelsia australis).
A floração do manacá ocorre na primavera e verão.
Foto da Patrícia Caramuru de Almeida
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
O mundo mudou / The world changes / Le monde a changé
Olá, Chicago!
Se alguém aí ainda dúvida de que os Estados Unidos são um lugar onde tudo é possível, que ainda se pergunta se o sonho de nossos fundadores continua vivo em nossos tempos, que ainda questiona a força de nossa democracia, esta noite é sua resposta.
É a resposta dada pelas filas que se estenderam ao redor de escolas e igrejas em um número como esta nação jamais viu, pelas pessoas que esperaram três ou quatro horas, muitas delas pela primeira vez em suas vidas, porque achavam que desta vez tinha que ser diferente e que suas vozes poderiam fazer esta diferença.
É a resposta pronunciada por jovens e idosos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, indígenas, homossexuais, heterossexuais, incapacitados ou não-incapacitados.
Americanos que transmitiram ao mundo a mensagem de que nunca fomos simplesmente um conjunto de indivíduos ou um conjunto de estados vermelhos e estados azuis.
Somos, e sempre seremos, os EUA da América.
É a resposta que conduziu aqueles que durante tanto tempo foram aconselhados por tantos a serem céticos, temerosos e duvidosos sobre o que podemos conseguir para colocar as mãos no arco da História e torcê-lo mais uma vez em direção à esperança de um dia melhor.
Demorou um tempo para chegar, mas esta noite, pelo que fizemos nesta data, nestas eleições, neste momento decisivo, a mudança chegou aos EUA.
Esta noite, recebi um telefonema extraordinariamente cortês do senador McCain.
O senador McCain lutou longa e duramente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e duramente pelo país que ama. Agüentou sacrifícios pelos EUA que sequer podemos imaginar. Todos nos beneficiamos do serviço prestado por este líder valente e abnegado.
Parabenizo a ele e à governadora Palin por tudo o que conseguiram e desejo colaborar com eles para renovar a promessa desta nação durante os próximos meses.
Quero agradecer a meu parceiro nesta viagem, um homem que fez campanha com o coração e que foi o porta-voz de homens e mulheres com os quais cresceu nas ruas de Scranton e com os quais viajava de trem de volta para sua casa em Delaware, o vice-presidente eleito dos EUA, Joe Biden.
E não estaria aqui esta noite sem o apoio incansável de minha melhor amiga durante os últimos 16 anos, a rocha de nossa família, o amor da minha vida, a próxima primeira-dama da nação, Michelle Obama.
Sasha e Malia amo vocês duas mais do que podem imaginar. E vocês ganharam o novo cachorrinho que está indo conosco para a Casa Branca.
Apesar de não estar mais conosco, sei que minha avó está nos vendo, junto com a família que fez de mim o que sou. Sinto falta deles esta noite. Sei que minha dívida com eles é incalculável.
A minha irmã Maya, minha irmã Auma, meus outros irmãos e irmãs, muitíssimo obrigado por todo o apoio que me deram. Sou grato a todos vocês. E a meu diretor de campanha, David Plouffe, o herói não reconhecido desta campanha, que construiu a melhor campanha política, creio eu, da história dos EUA da América.
A meu estrategista chefe, David Axelrod, que foi um parceiro meu a cada passo do caminho.
À melhor equipe de campanha formada na história da política. Vocês tornaram isto realidade e estou eternamente grato pelo que sacrificaram para conseguir.
Mas, sobretudo, não esquecerei a quem realmente pertence esta vitória. Ela pertence a vocês. Ela pertence a vocês.
Nunca pareci o candidato com mais chances. Não começamos com muito dinheiro nem com muitos apoios. Nossa campanha não foi idealizada nos corredores de Washington. Começou nos quintais de Des Moines e nas salas de Concord e nas varandas de Charleston.
Foi construída pelos trabalhadores e trabalhadoras que recorreram às parcas economias que tinham para doar US$ 5, ou US$ 10 ou US$ 20 à causa.
Ganhou força dos jovens que negaram o mito da apatia de sua geração, que deixaram para trás suas casas e seus familiares por empregos que os trouxeram pouco dinheiro e menos sono.
Ganhou força das pessoas não tão jovens que enfrentaram o frio gelado e o ardente calor para bater nas portas de desconhecidos, e dos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários e organizaram e demonstraram que, mais de dois séculos depois, um Governo do povo, pelo povo e para o povo não desapareceu da Terra.
Esta é a vitória de vocês.
Além disso, sei que não fizeram isto só para vencerem as eleições. Sei que não fizeram por mim.
Fizeram porque entenderam a magnitude da tarefa que há pela frente. Enquanto comemoramos esta noite, sabemos que os desafios que nos trará o dia de amanhã são os maiores de nossas vidas - duas guerras, um planeta em perigo, a pior crise financeira em um século.
Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos valentes que acordam nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para dar a vida por nós.
Há mães e pais que passarão noites em claro depois que as crianças dormirem e se perguntarão como pagarão a hipoteca ou as faturas médicas ou como economizarão o suficiente para a educação universitária de seus filhos.
Há novas fontes de energia para serem aproveitadas, novos postos de trabalho para serem criados, novas escolas para serem construídas e ameaças para serem enfrentadas, alianças para serem reparadas.
O caminho pela frente será longo. A subida será íngreme. Pode ser que não consigamos em um ano nem em um mandato. No entanto, EUA, nunca estive tão esperançoso como estou esta noite de que chegaremos.
Prometo a vocês que nós, como povo, conseguiremos.
Haverá percalços e passos em falso. Muitos não estarão de acordo com cada decisão ou política minha quando assumir a presidência. E sabemos que o Governo não pode resolver todos os problemas.
Mas, sempre serei sincero com vocês sobre os desafios que nos afrontam. Ouvirei a vocês, principalmente quando discordarmos. E, sobretudo, pedirei a vocês que participem do trabalho de reconstruir esta nação, da única forma como foi feita nos EUA durante 221 anos, bloco por bloco, tijolo por tijolo, mão calejada sobre mão calejada.
O que começou há 21 meses em pleno inverno não pode acabar nesta noite de outono.
Esta vitória em si não é a mudança que buscamos. É só a oportunidade para que façamos esta mudança. E isto não pode acontecer se voltarmos a como era antes. Não pode acontecer sem vocês, sem um novo espírito de sacrifício.
Portanto façamos um pedido a um novo espírito do patriotismo, de responsabilidade, em que cada um se ajuda e trabalha mais e se preocupa não só com si próprio, mas um com o outro.
Lembremos que, se esta crise financeira nos ensinou algo, é que não pode haver uma Wall Street (setor financeiro) próspera enquanto a Main Street (comércio ambulante) sofre.
Neste país, avançamos ou fracassamos como uma só nação, como um só povo. Resistamos à tentação de recair no partidarismo, na mesquinharia e na imaturidade que intoxicaram nossa vida política há tanto tempo.
Lembremos que foi um homem deste estado que levou pela primeira vez a bandeira do Partido Republicano à Casa Branca, um partido fundado sobre os valores da auto-suficiência e da liberdade do indivíduo e da união nacional.
Estes são valores que todos compartilhamos. E enquanto o Partido Democrata conquistou uma grande vitória esta noite, fazemos com certa humildade e a determinação para curar as divisões que impediram nosso progresso.
Como disse Lincoln a uma nação muito mais dividida que a nossa, não somos inimigos, mas amigos. Embora as paixões os tenham colocado sob tensão, não devem romper nossos laços de afeto.
E àqueles americanos cujo apoio eu ainda devo conquistar, pode ser que eu não tenha conquistado seu voto hoje, mas ouço suas vozes. Preciso de sua ajuda e também serei seu presidente.
E a todos aqueles que nos vêem esta noite além de nossas fronteiras, em Parlamentos e palácios, a aqueles que se reúnem ao redor dos rádios nos cantos esquecidos do mundo, nossas histórias são diferentes, mas nosso destino é comum e começa um novo amanhecer de liderança americana.
A aqueles que pretendem destruir o mundo: vamos vencê-los. A aqueles que buscam a paz e a segurança: apoiamo-nos.
E a aqueles que se perguntam se o farol dos EUA ainda ilumina tão fortemente: esta noite demonstramos mais uma vez que a força autêntica de nossa nação vem não do poderio de nossas armas nem da magnitude de nossa riqueza, mas do poder duradouro de nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e firme esperança.
Lá está a verdadeira genialidade dos EUA: que o país pode mudar. Nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já conseguimos nos dá esperança sobre o que podemos e temos que conseguir amanhã.
Estas eleições contaram com muitos inícios e muitas histórias que serão contadas durante séculos. Mas uma que tenho em mente esta noite é a de uma mulher que votou em Atlanta.
Ela se parece muito com outros que fizeram fila para fazer com que sua voz seja ouvida nestas eleições, exceto por uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.
Nasceu apenas uma geração depois da escravidão, em uma era em que não havia automóveis nas estradas nem aviões nos céus, quando alguém como ela não podia votar por dois motivos - por ser mulher e pela cor de sua pele.
Esta noite penso em tudo o que ela viu durante seu século nos EUA - a desolação e a esperança, a luta e o progresso, às vezes em que nos disseram que não podíamos e as pessoas que se esforçaram para continuar em frente com esta crença americana: Podemos.
Em uma época em que as vozes das mulheres foram silenciadas e suas esperanças descartadas, ela sobreviveu para vê-las serem erguidas, expressarem-se e estenderem a mão para votar. Podemos.
Quando havia desespero e uma depressão ao longo do país, ela viu como uma nação conquistou o próprio medo com uma nova proposta, novos empregos e um novo sentido de propósitos comuns. Podemos.
Quando as bombas caíram sobre nosso porto e a tirania ameaçou ao mundo, ela estava ali para testemunhar como uma geração respondeu com grandeza e a democracia foi salva. Podemos.
Ela estava lá pelos ônibus de Montgomery, pelas mangueiras de irrigação em Birmingham, por uma ponte em Selma e por um pregador de Atlanta que disse a um povo: "Superaremos". Podemos.
O homem chegou à lua, um muro caiu em Berlim e um mundo se interligou através de nossa ciência e imaginação.
E este ano, nestas eleições, ela tocou uma tela com o dedo e votou, porque após 106 anos nos EUA, durante os melhores e piores tempos, ela sabe como os EUA podem mudar.
Podemos.
EUA avançamos muito. Vimos muito. Mas há muito mais por fazer. Portanto, esta noite vamos nos perguntar se nossos filhos viverão para ver o próximo século, se minhas filhas terão tanta sorte para viver tanto tempo quanto Ann Nixon Cooper, que mudança virá? Que progresso faremos?
Esta é nossa oportunidade de responder a esta chamada. Este é o nosso momento. Esta é nossa vez.
Para dar emprego a nosso povo e abrir as portas da oportunidade para nossas crianças, para restaurar a prosperidade e fomentar a causa da paz, para recuperar o sonho americano e reafirmar esta verdade fundamental, que, de muitos, somos um, que enquanto respirarmos, temos esperança.
E quando nos encontrarmos com o ceticismo e as dúvidas, e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com esta crença eterna que resume o espírito de um povo: Podemos.
Obrigado. Que Deus os abençoe. E que Deus abençoe os EUA da América.
Barack Obama
Discurso do Presidente eleito dos EUA, em 5 de novembro de 2008, em Chicago.
Foto do site: http://www.barackobama.net/barack-obama-parents.html
domingo, 2 de novembro de 2008
Um lugar para se viver / A place to live / Mon quartier / Kotini

Essas são imagens de um bairro de uma cidade do interior do estado de São Paulo, Brasil, onde a qualidade de vida ainda existe devido, entre vários fatores, à presença do verde e ao respeito ao meio ambiente, pela maioria de seus moradores.These are images of a neighborhood of a city in the state of Sao Paulo, Brazil, where the quality of life still exists because - among many factors - there are the presence of the green and the respect for the environment, by the majority of its residents.
Ce sont des images d'un quartier d'une ville dans l'état de Sao Paulo, au Brésil, où la qualité de vie existe parce que, parmi des nombreux facteurs, il y a la, encore, la présence de la verdure et le respect de l'environnement, par la majorité de ses résidents.
Nämä ovat kuvia, jonka lähistöllä kaupunki tilasta Sao Paulo, Brasilia, jossa elämänlaatu on edelleen olemassa, koska - kuten monet tekijät - on läsnä ollessa vihreä ja ympäristön kunnioittaminen, jota enemmistö sen asukkaille.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Aniversário do meu pai, Dr. Sílvio de Almeida
Dia 30 de outubro é a data na qual comemoramos o aniversário do meu querido pai.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Flores de um jardim do interior do estado de São Paulo - Brasil / Flowers of a garden from the state of Sao Paulo - Brazil
Esta semana, já começo me desculpando com a Denise e o Luiz Santilli, pelo atraso na postagem.
Esta flor, que eu havia separado para uma publicação posterior, tem versões cromáticas maravilhosas, mas eu não sei o nome dela.
Assim, minha pesquisa tratou de revelar o que o estudo da cromoterapia diz sobre as cores, aí, apresentadas.
Então, vamos lá!
Um abraço atrasado a todos os blogueiros do TODAY'S FLOWERS!
Magenta ou cor-de-rosa: Leva à consciência espiritual, auxilia no equilíbrio emocional e é estimulante da glândula supra-renal.
Essa cor, segundo os cromoterapeutas, é um agente que fortifica a aura, isto é, as radioemanações do corpo químico.
A sua utilização é recomendável para os propósitos especiais de transmutação dos reinos mais densos para o campo espiritual.
É uma espécie de cor da realização.
Laranja: É a cor da alegria, podendo ser usada para dar mais vida a uma atitude.
A cor alaranjada é antidepressiva, promove a boa digestão, beneficia a maior parte do sistema metabólico, rejuvenesce e vitaliza, além de também elevar a pressão sangüínea. Ela está associada às glândulas supra-renais.
This week, I start apologizing Denise and Luiz Santilli, for the delayed post.
This flower, I had to separate a further publication, it has beautiful color versions, but I don't know her name.
Thus, my research tried to reveal what the study of colors say about the colors that there appear.
So, here we go!
A hug late at all the bloggers TODAY'S FLOWERS!
Magenta or pink: Leads to spiritual awareness, emotional balance and helps the stimulant is of the adrenal gland.
This color, according to the knowledgeable people, is an agent that strengthens the aura, that is, the body chemical.
This use is recommended for special purposes of transmutation of the kingdoms most dense for the spiritual field.
It is a kind of color of achievement.
Orange: It's the color of happiness and can be used to give more life to an attitude.
The orange color is antidepressant, promotes good digestion, receives most of the metabolic system, rejuvenates and vitalize.
Orange would also raise the blood pressure. It is associated with the supra-renal glands.


